Férias, descanso e burnout: por que o direito de descansar virou pauta estratégica
Descanso não é luxo, é imperativo de performance sustentável. Líderes que modelam esse comportamento criam culturas mais saudáveis e produtivas.
Valor Econômico e mais 2 veículos
O tema das férias saiu da esfera pessoal e entrou definitivamente na agenda estratégica das organizações. O crescimento dos índices de burnout e o aumento do absenteísmo relacionado à saúde mental evidenciam que a cultura do excesso de trabalho tem custos altíssimos para pessoas e empresas.
Em matéria publicada no Valor Econômico, nossa sócia Mariana Villalva aborda o impacto do descanso na performance sustentável. Segundo ela, descansar deixou de ser luxo e passou a ser imperativo: profissionais que tiram férias de verdade voltam mais criativos, mais produtivos e mais engajados.
Líderes que modelam esse comportamento — tirando suas próprias férias sem culpa e incentivando suas equipes a fazer o mesmo — criam culturas organizacionais mais saudáveis. A mensagem que o líder transmite com suas ações é muito mais poderosa do que qualquer política escrita.
Para os profissionais de Recursos Humanos, o momento é de revisão das políticas de férias e descanso, com atenção ao banco de horas acumulado, aos indicadores de esgotamento e às práticas de liderança que desincentivam o descanso. Criar uma cultura de recuperação é tão importante quanto criar uma cultura de performance.
“A pessoa precisa de um ou dois dias para se readaptar-se ao ritimo normal de trabalho, reogarnizar suas demandas e retomar o foco.”
- Confira a matéria completa no Valor Econômico.
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