Como redesenhar a nova dinâmica com a IA sem destruir a cultura organizacional
A negligência com a cultura e as pessoas no processo pode comprometer os resultados da transformação tecnológica nas organizações brasileiras.
Gestão RHA inteligência artificial saiu da pauta de TI e entrou na agenda dos Conselhos de Administração.
Em matéria publicada pelo Grupo Gestão RH, André Freire, sócio-diretor da EXEC, analisa o desafio central deste ciclo: escalar eficiência tecnológica sem erodir cultura, confiança e propósito.
Segundo ele, o entrave à transformação não está na velocidade da tecnologia, mas na cultura, nas habilidades e na liderança. Empresas que medem resultado por retorno sobre investimento e redesenho de processo transformam o negócio, enquanto as que medem pelo número de licenças ativas apenas automatizam tarefas.
Nesse contexto, o papel do líder passa a ser de arbitragem, equilibrando aceleração tecnológica e preservação cultural. Entre as competências mais valorizadas estão a adaptabilidade e a gestão de mudança, o pensamento crítico para validar o que a inteligência artificial entrega e a inteligência emocional para conduzir times entusiasmados e inseguros diante das transformações.
“O maior erro não é a velocidade ou a tecnologia escolhida, mas a negligência com a cultura e as pessoas no processo.”
- Confira a matéria completa no Grupo Gestão RH