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IA apoia, mas não substitui escolha humana no recrutamento executivo

A inteligência artificial tem sido utilizada em processos seletivos, mas especialistas destacam que a decisão final deve ser humana, especialmente em cargos de liderança.

Diário do Comércio e Mundo RH
IA apoia, mas não substitui escolha humana no recrutamento executivo

A inteligência artificial (IA) tem ganhado espaço em processos de recrutamento, especialmente na triagem de currículos e análise de grandes volumes de dados. No entanto, especialistas alertam que, no recrutamento executivo, a decisão final deve ser humana. Segundo Fabio Cassab, sócio da consultoria Exec, a tecnologia pode acelerar etapas repetitivas, mas não substitui a avaliação subjetiva necessária para cargos de liderança.

“Entrevistas automatizadas podem resultar em experiências impessoais e afastar candidatos qualificados”, afirma Cassab. Ele destaca que aspectos como estilo de liderança, aderência cultural e capacidade de engajar stakeholders são intangíveis que a IA não consegue avaliar adequadamente.

Para os profissionais de Recursos Humanos, o desafio é equilibrar o uso da tecnologia com a preservação da empatia e da compreensão humana nos processos seletivos. Isso inclui treinar algoritmos com dados diversos, auditar decisões com olhar crítico humano e manter canais de interação pessoal em fases críticas.

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